Destaque


Ver-O-Poema Vídeo


contatore visite website counter
Total de acessos hoje: 9
As mais acessadas no mês:
  1.  POEMA PARA AS PERNAS - Lílian Maial (28)
  2.  Desmemória - Rosa Pena (25)
  3.  Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso - Antônio Barreto (12)
  4.  À janela com os olhos de Mario Quintana - Edmir Carvalho Bezerra (11)
  5.  Lamento junto a Deus pelo Haiti - LEONARDO BOFF (9)
  6.  Conversa à lareira - Eugênio de Sá (7)
  7.  Depois das queimas - Antonio Rezende (7)
  8.  A moça que passa - Alberto Cohen (6)
  9.  Café e Artemísia - Carmen Rocha (5)
  10.  Teatro da vida - Efigênia Coutinho (5)
  11.  Fragmentos de poemas de um Livro leve que virá com águas e anoitecimentos - Edmir Carvalho Bezerra (5)
  12.  Rastro - Diane Mazzoni (5)
  13.  Um novo mundo é possível - Maria Cleide Pereira (4)
  14.  DESERTOS - Lílian Maial (4)
  15.  Me dá um abraço?! - Edmir Carvalho Bezerra (4)
  16.  Amor e saudade - Edimo Ginot (4)
  17.  Todas as línguas - Carlos Correia Santos (3)
  18.  Liberdade, liberdade - Ana Guimarães (3)
  19.  Fodaleza.com, NOVÍSSIMO LIVRO DE CLÁUDIO PORTELLA - Cláudio Portella (2)
  20.  ÁLVARO ALVES DE FARIA: UM POETA APAIXONADO PELA VIDA QUE SABE QUE A POESIA É SOLIDÃO E TROCA, PASSATEMPO E SACRAMENTO. - Ver-o-Poema (2)

Têmpera

Crepúsculo no ateliê da R Westphalen - Felipe Meyenberg

Ninguém soube ao certo se Martim morreu de desgosto. De envenenamento pelas tintas da paleta. Ou de seu coração ter parado na tarde luminosa daquele 3 de setembro. Mas muitos teceram coisas - que coisa. Dele, de Maria, seus amores, foram buscar a baba escondida e o fio desprendido do trapo da vida, de toda vida, de todos nós. Maria - o quê? Maria era longa, esguia e esquiva, de olho verde escuro de mar muito afastado, que ninguém nunca percebeu, em vinte e cinco anos de matrimônio. Se mexia quieta pela casa, pelo ateliê, limpava paletas, jogava fora os trapos encharcados de solventes e restos de tinta, arrumava os pincéis, fazia a escrita de Martim, vendia-lhe os quadros, arrumava camisas e cuecas, dirigia a cozinheira, recebia visitas e anotava recados. E no colchão duro das necessidades acomodadas entregava-se a Martim. Num abandono de adolescente saída de colégio de freiras.

O que se passava - o que se passou - o que se passa nas pessoas alguém sabe? Maria pontuava a carreira do marido, o pintor que foi ficando famoso.

Martim foi ficando famoso mas não somente assim como hoje, vendendo quadros, ganhando cada vez mais dinheiro. Ficando famoso como se podia ou devia, naquele tempo. Porque, é claro, isto aconteceu há bastante tempo. Martim (e Maria, é claro) vieram acontecendo desde 1930 - depois que se encontraram em uma matinê de Carnaval no Odeon, ela de colombina cor-de-rosa, ele de palhaço-sem-graça. Tão sem graça trambolhando pelo salão, ressabiado, palhaço de óculos finos de aro de tartaruga, que assim foi achado uma graça! por Maria.

Dizem, os que os conheceram, que Martim era muito ciumento de Maria. De Maria distante e esguia, de olho verde escuro de mar afastado. Outros, dizem que não, que ela é que não estava à altura dele e que quando ele descobriu, enfim. As pessoas dizem muito, de uma pessoa tão famosa. Querem dizer assim “o Martim, quando tinha 27 anos...” para provar que conhecem gente importante, só isso.

O certo é que, uma tarde, depois de mais de vinte e cinco anos, um dia Martim entrou em casa e encontrou Maria toda vestida, de tailleur bege, blusa de renda branca, sentada em um banquinho do ateliê,segurando a bolsa. Ficou espantado. Onde você vai, perguntou.

- Eu vou embora, respondeu Maria.

- Embora para onde? Que loucura é essa?

E ela foi mesmo embora, sem mais. Não, não no assim sem mais, porque já preparara tudo, já falara com advogado, separara dinheiro para si, reservara quarto com banheiro em apartamento de amiga. Fez coisas que naquele tempo mulher nenhuma fazia – porque isso se passou lá pelos anos 50, 60.

Martim ficou desesperado. Ficou órfão e desatrelado, de repente. Um certo remelexo na família se fez, apelou aos dois filhos já moços, já nos seus caminhos. Maria, nada. Serena, decidida.

Passada uma semana, Maria voltou. Martim precipitou-se, em risos até, ele que era homem de cara amarrada. Maria chegou,deu uma olhada em torno, viu aquela desordem toda, o ateliê uma zona, os trapos sujos de tinta atirados para todos os lados,tirou o chapéu e as luvas, colocou-as em cima da mesa, sentou no mesmo banquinho da despedida.

E explicou seus termos: dali por diante continuaria a trabalhar na casa como secretária do marido, encarregando-se de providenciar a limpeza do ateliê, gerenciar a venda dos quadros. Teria um salário fixo, comissões sobre os ganhos, horas certas – das 9 da manhã às 5 da tarde, com duas horas para almoço.

Certo?

Martim riu, meio divertido. Um riso meio torto, que parou a meio quando viu que ela falava sério. Maria pontuou bem as coisas – pegar ou largar, o respeito às condições devia ser absoluto. Ela seria uma empregada da casa (da firma), paga, com obrigações bem definidas e regalias trabalhistas.

Certo, concordou Martim,engolindo em seco.

E as coisas foram se desenrolando por ali, às nove horas em ponto Maria chegava, abria a porta, ia dependurar o casaco e a bolsa, vestia um guarda-pó, ia arrumando o ateliê, Martim chegava, ela o cumprimentava polidamente, prestava contas, conversava sobre exposições e datas, limpava os pincéis, os trapos sujos,saía para o almoço, voltava. Às cinco horas em ponto tirava o guarda-pó, vestia o casaco, as luvas, pegava a bolsa, se despedia.

É claro que Martim, ao vê-la distante, reservada, misteriosa, tentou o que todo patrão tenta com a secretária – pelo menos teve a intenção de tentar. Afinal, Maria era ainda uma mulher bonita, esguia, elegante. E inteligente, ele não podia negar. Ela voltaria a ser sua, teria de. (O pior é que havia nele, por trás das maquinações da sedução, um sentimento – ela era, sim, a mulher amada, a que nenhuma outra jamais, etc.)

Não. Se enveredarmos por ai, contando as coisas como os demais sempre contaram, quebrando pelas juntas a história e transformando-a em mero clichê, anedota, essa história que dizem verdadeira – estaremos cometendo uma injustiça. Para com os personagens. Para com a própria narrativa, desperdiçada em vulgaridade.

Como saber realmente o que se passava, em Martim, em Maria – como interagiam as duas personalidades, os dois temperamentos,como se combinaram eles em mil recombinações de uma só têmpera, não só naqueles dias posteriores à separação, mas a vida toda, suas conversas em todos os momentos de convivência naqueles vinte e cinco anos anteriores, no picado dos dias das horas, no ateliê, na cama, na praia...enfim – para o quê se encaminhavam, de quê fugiam, sua grandeza, suas mesquinharias...como saber? (nós, que nem ao menos somos deuses).

Só podemos vê-los, a eles dois, Martim, Maria, como duas esferas de força que um dia se encontraram, se superpuseram, reunindo sua potencialidade – a dele, se desenvolvendo depois, a partir da imobilidade dela? (não dizem que “por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher”?) Mas então, um dia, a força retraída, a Maria, avança para o proscênio, desliga-se da outra força e...

Para Martim, pela primeira vez, houve um questionamento – então ela, não estava feliz? Ela que permanecera todo aquele tempo ali, à sua disposição, ao seu serviço, sim, essa a verdade, ao seu serviço, ela, a sua amada, a sua modelo – não pintara um famoso retrato, dela? De repente – havia uma estranha ao seu lado, uma mulher fria, distante, uma funcionária metódica, uma peça autônoma de engrenagem ?

Martim deu de seguir Maria. Espioná-la. Ir até o seu edifício, rebaixar-se a ponto de indagar coisas do porteiro, do garagista. Saía à noite, percorria os bares da orla do mar, vigiava a saída dos teatros, os restaurantes. Esperava que outros lhe contassem com quem fora vista, o que fazia, com quem estava. Não conseguia descobrir nada.

Como todo homem, e pior ainda, sendo seu dom a expressão plástica, Martim não era dotado de fácil verbalização. Mas durante aquele tempo todo, de desconforto com Maria – meses se passaram, dizem -, foi brotando aos poucos lá dentro dele informe botão, meio que a medo: um desejo de falar, parecia; uma necessidade de desmanchar aquele nó que se formara entre eles (os homens sabem, bem que sabem, que esperamos deles a palavra –o desmanche daquele caroço ruim que eles carregam na garganta, do cancro fechado da “não-entrega”).

Quando a fala chegou, foi numa quarta-feira de inverno, toda cinza, com mar de ressaca ao fundo. Martim esperou por Maria, antecipou-se a ela abrindo a porta do ateliê, foi o primeiro a dizer bom-dia. Maria parou na soleira, como convidada indecisa. Dizem que Martim até arriscou um comentário sobre o tempo – sem graça que só ele mesmo, pensou Maria, que não pôde evitar um sorriso a meio. Talvez estivesse lembrando daquele palhaço que até era engraçado, do baile do Odeon.

A conversa não foi além daquilo, naquele dia de ressaca. Mas parece que frutificou – coloriu-se? Sim, deve ter ido por ali afora, ganhando força e sobretudo cores, aos poucos. Afinal, Martim era um colorista de mão cheia. Mas quando um dia Martim quis estender a conversa para fora do ateliê e das horas regulamentares, Maria voltou a se fechar, desculpou-se como faria com um patrão importuno, catou luvas chapéu e bolsa, saiu rápida. Faltou dois dias ao trabalho. Martim enregelou, colado às suas telas, esperando um telefonema. Que não veio. No terceiro dia, lá estava ela às nove horas, pontual, fria, mecânica.

Não, nem tão mecânica – pensou Martim, que em um dado momento, semanas depois, conseguiu virar-se a tempo de colher na ex-esposa um olhar feminino, intenso, antigo. Um olhar insaciado. Foi a vez dele fingir não ter percebido. Enfim – ficaram neste jogo um pouco mais de tempo, bola vem bola vai.

Até a coisa ganhar uma súbita e incontrolável aceleração quando um dia Martim não se agüentou mais, se arrebentou pela fala – ele, o difícil de verbalização, o homem do pincel, o encruado, falou: coisas assim, que Maria era seu amor, que eles podiam retomar uma vida, que reconhecia seu erro, pedia perdão até, e que tal se fizessem uma viagem à Europa juntos, uma viagem como ela sonhava – ele sabia- não daquelas coisas apressadas e cheias de negócios de quadros e galerias, mas deles, só deles, com tempo e vagar e....

Maria olhou bem para ele, fundo – e sorriu. Não posso exagerar, dizer que aquele foi seu primeiro, seu único sorriso pleno em meses (o outro, o de linhas acima, se estão lembrados, fora “um meio sorriso”), ou em quanto tempo, mas me disseram que sim, que foi. O certo, o que todos viram e confirmaram, foi a animação de Martim nas três semanas seguintes, que antecederam o embarque – para um cruzeiro por países do Oriente Médio e da Europa, em navio italiano de luxo, cabina de primeira classe reservada, trajes especiais feitos por alfaiate para ele, uma compra de enxoval para Maria – dizem que ele próprio o encomendou em boutique de luxo. E providências tomadas para ausência mínima de seis meses, uma vida nova que despontava para ambos, tudo muito anunciado, festas de despedida, sonhos.

Quatro dias antes do embarque, um telegrama chegou para Martim: “Impossível viajar. Boa viagem. Maria”.

O porteiro do edifício dela confirmou: a senhora? Viajara para Minas. Não, não deixara endereço.

No ateliê desolado, sobravam tintas, pincéis, esboços. Sobrava a sua vida. Martim se demorou sentado no tamborete, diante de uma tela em branco – olhando para o nada, parecia. Mas o nada de um homem que viveu já 54 anos, o nada de um artista, é feito de um tudo de miríades de impressões de cores de luzes de trevas de folhagens de falas de escutas de olhares mil olhares das cores todas o vermelho vivo o triste róseo do entardecer o suave cinzento da tarde de chuva o azul da melancolia e da divindade das guirlandas tecidas em torno dos amores da boca fresca da namorada de quinze anos de todos os sonhos as aventuras as batalhas os suspiros as mortes o nascer renascer de sempre o diálogo dos amigos os sons a música de todos os tempos e os livros os papiros da imaginação desatada e...

Havia ainda um tudo, no seu nada. E a ele entregue, como nunca antes, Martim se derramou em telas, desenhos, gravuras, no mais que podia, exaurindo todas suas possibilidades, desenvolvendo suas técnicas, esquecido de tudo o mais, até de comer, de dormir, obsessivo, redobrando horas no ateliê, lavando mal os pincéis, limpando a mão em trapos de solventes, de tinta – se envenenando. Morreu de repente, sete meses mais tarde.

Mas dizem os que bem o conheceram que mesmo na mocidade, que já na adolescência, tinha o hábito estranho de provar as tintas com a ponta da língua. Se inebriar de tintas. Que chegara mesmo, em período de estudante pobre, a comer uma gelatina química que lhe vendiam para preparo de suas tintas.

Quem sabe ao certo?

Nós, que nem ao menos somos deuses – que histórias contaremos? Como dotá-las de todas as minúcias do acontecido? Afinal, Deus pôde fazer o que queria, pegar seu lápis-carvão do tamanho do universo e ir escrevendo milênios e bilhões de anos de suas histórias, grandes, pequenas, infinitas, grãos de areia, estrelas no céu? – tudo história. Deus escreve a história do universo, e deste mundo, e a minha, e a tua.

Somos personagens criados, títeres em uma grande peça teatral. Rabiscos coloridos, dispersos em uma tela. Ou restos de tinta suja usada para feitura de outros mundos, quem sabe. Mais nada.

Cecília Prada

voltar | ver comentários (1) | envie para um amigo

Comente esta publicação

Nome:
Email:
Site:
Comentário:
Confirme o código de autenticação ao lado:
 
Comentários recentes

POEMA PARA AS PERNAS

"Sonho um sonho de pernas para o ar" e Lílian, com o brilhantismo de sempre, mostra que de pernas para o ar ela não tem nada!
Beijos, querida poeta.
Jorge

Jorge Cortás Sader Filho em 08/02/2010

Conversa à lareira

Belíssimo Eugênio.
Um beijo/rosa

rosa em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

belas pernas, lílian.
Aroeira em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

VOCÊ É FODA!
Hélio Pequeno em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Ah, Lílian Maial, poetisa e mulher, médica e mestre! Por que não tuas pernas, se marcam passo, caminham, correm e, não raro, voam! Diz bem quando se sente nas alturas das letras a mirar as pernas nas ruas, na vida rotina de sempre ontens, sempre amanhãs...
Preserva as pernas, Mulher de Poesia! Este planalto central brasileiro anseia por elas e reza-lhe versos de andarilhar também, como quem não tem rumo (mas sabe de cor o caminho das estrelas).

Luiz de Aquino em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Hahaha, eu já comentei esse texto no Recanto das Letras, então aqui só vou resumir. O texto é genial, e uma ótima pérola para este site, que já contava com umuitas belezas.
Daniel C. Rodrigues em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

é preciso saborea-lo mais de uma vez, gostei da imagens, dos enjambements, gostei menos da pontuaçao que me escraviza na leitura de um poema que se quer livre, e que por tanto poderia ter as vezes, em alguns versos outra disposiçao dos mesmos. Estou pensado em analisa-lo junto na minhas alunas de master aqui na Freança. pour quoi pa? E ate muda-lo de lingua no meu seminario trilingue. parabens Lilian . Sua leitora Roselis
Sera que voce podia envioa-me este OD em anexo ao meu mail para facilitar ? Agradeço de antemao

rOSELIS BATISTAR em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Ler os poemas da Lílian é, sempre, mergulhar num exercício de beleza pensamentos, rimas e versos. Parabenizo o site Ver o Poema pela publicação do POEMA PARA AS PERNAS, ao tempo em que agradeço a oportunidade da sua leitura.
Lêda Yara em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Poema de pernas para o ar que pára o movimento para curtirmos o momento da leitura. Muito bom.
Fraterno abraço.
Fabio Daflon

Fabio Daflon em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Dra Lilian Maial , grande escritora , sensível poeta!
Parabéns pela lucidez inspirada nesses versos brancos e purificados pela sua lavra inconfundível !
Abraços fraternos
Vera Mussi

vERA em 07/02/2010

Me dá um abraço?!

lindo!
Rosa Pena em 07/02/2010

Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso

Lindoooo! O cordelista só deveria ter cuidado, pois caiu na mesma situação do nosso inteligentíssimo poeta Caetano Veloso. Não esqueça, querido amigo, de que Caetano foi, é, e sempre será um dos maiores poetas do mundo. Tem um pasado de luta contra todos os preconceitos. A reprovação é válida, a ofensa não.
Ubirajara Sá em 30/01/2010

Depois das queimas

Este poema me fez um bem danado. Sim. O amor - planta em solo frágil - rebrotando sempre, como a vida da vegetação, mesmo depois das queimadas.
Amália em 30/01/2010

Lamento junto a Deus pelo Haiti

Saudações! Realmente, esta dor não se explica, até mesmo porque não sabemos o dia de nossa morte, apenas temos que estar preparados. É difícil de entender alguns caminhos de Deus, aqueles que estão vivos vão ter que entender de alguma forma esses caminhos, eu não sei como isso vai acontecer, uma das explicações estão no texto acima.
Marcelo Torcato em 28/01/2010

HAITI, ANGRA, ILHA GRANDE E MEU CORAÇÃO

Lílian,
tua crônica fala por todos os seres que possuem em seu íntimo a empatia e o sentimento de solidadedade.
Beijo suas valiosas inspirações, de ontem, de hoje, de sempre.
Luiz Celso de Matos

Luiz Celso de Matos em 28/01/2010

DESERTOS

Gostei muito do primeiro verso deste poema.
Realmente impressiona.

Adalberto Santos em 28/01/2010

Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso

É lamentável a inocência e o entusiamo do Cidadão Antonio Barreto.
Copnhece da História do Mundo, do Brasil... Se faz História com o tempo. e o próprio Tempo há de mostrar que a visão sobre esse (des)governo do então Presidente/Ditador Lula da Silva vai entrar para uma Página Negra da nossa história brasileira.
Errar é humano! Permanecer no erro é burrice!!!

Maria em 28/01/2010

Lembrança do Rio

Especialmente lindo este escrever da Raquel.
Célio Pedreira em 23/01/2010
Edição:
RODOVIA ARTHUR BERNARDES - PASSAGEM SÃO PEDRO Nº 06 - TELÉGRAFO - BELÉM - PA CEP. 66.113.455
Hospedagem:
Design: