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  3.  Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso - Antônio Barreto (12)
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  5.  Lamento junto a Deus pelo Haiti - LEONARDO BOFF (9)
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  11.  Fragmentos de poemas de um Livro leve que virá com águas e anoitecimentos - Edmir Carvalho Bezerra (5)
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  19.  Fodaleza.com, NOVÍSSIMO LIVRO DE CLÁUDIO PORTELLA - Cláudio Portella (2)
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Revelações na coleção Rocinante

Discutíamos em uma roda, com alguns amigos, sobre a literatura que vemos se desenvolver n Brasil de hoje. Era uma reunião do Canto da Leitura, e o assunto tendeu aos blogs literários e aos novos autores que recentemente foram alvos de análises, reportagens e críticas. Essa grande fornada, como alguns críticos chamam, de novos autores virtuais conseguiu despertar as editoras que publicaram trabalhos seus. Uma destas editora é a carioca 7 Letras, de pequeno porte, mas que sempre traz ao público uma literatura nova com novíssimos autores brasileiros, que se tornaram conhecidos e premiados, como o Leonardo Brasiliense, que acaba de ganhar o Jabuti 2007 para Melhor Livro Juvenil com Adeus contos de fadas, minicontos.

Agora lança uma nova coleção Rocinante , em formato diferente, mas com a mesma visão em divulgar o que há de melhor na literatura em prosa, publicada deste 1993, a coleção sempre acompanhou a nova produção literária brasileira. E agora lança O amor é uma coisa feia, do baiano Gustavo Rios e Violências, do paulista Igor Galante.

Capa de “O amor é uma coisa feia”

Em O Amor é uma coisa feia, Gustavo, traz em seu livro de estréia 32 contos, que nos fala do amor amargo, da desilusão, do cinismo em negar o amor romântico, do amor como coisa disforme, que cresce e arrebata, mas desmistificado caí aflito em choro e tristeza.

Em contos felinos e outros tantos melancólicos, o autor caminha por trilhas das mais diversas, compartilhando com o leitor momentos de "amor desonesto", ou de pura desilusão, como em "Todo poeta é um perdedor", mas escreve de maneira consciente sua idéia de amor. Gustavo o trata com humor e ceticismo, não há rosas e nem espinhos, mas sombras sofridas e grotescas do amor romântico. Seria o amor coisa de literatos e adolescentes? Seria algo idiota? São perguntas que podemos fazer ao ler esse pequeno livro de leitura debochada e se pensarmos bem, é bem real.

Gustavo Rios, nascido em 1974, e mora em Salvador, escreve regularmente nos blogs http://www.cozinhadocao.blogspot.com e http://www.feioamor.zip.net .

Capa de Violências

Já o também livro de contos, Violências , do jornalista Igor Galante, que recentemente foi alvo de recomendação de um dos grandes escritores de nossa literatura, Moacyr Scliar, é bem mais curto e com outro âmbito, a violência, em seis contos, alguns esboços de um romance, que o autor coloca como uma preparação futura, ou como ele mesmo analisa "Ainda é o momento de conhecer, experimentar, aprender com a linguagem, testar narrativas, no tiro curto do conto, essa forma literária que eu não pretendo abandonar tão cedo".

Seu livro, de poucas mais de 60 páginas, traz histórias que denotam o binômio ternura/crueldade de uma forma instigante, mas terna. Fazendo arte literária, bem diferente da linguagem jornalística que usa normalmente. Mistério a la Poe, decadência, morte, brutalidade são ingredientes que Igor serve em uma linguagem hábil e medonhamente esmerada no ponto central do brutalismo, uma das tendências da literatura contemporânea.

o apocalipse é o próprio mundo

Está nas pessoas, está em tudo

Igor Galante nasceu em 1979, mora em São José do rio Preto, onde é repórter do jornal Diário da Região.

Dois livros que mostram a liberdade e a juventude desses novso autores, em mais um passo da Rocinante. 

Cardorno Teles

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Comentários recentes

POEMA PARA AS PERNAS

"Sonho um sonho de pernas para o ar" e Lílian, com o brilhantismo de sempre, mostra que de pernas para o ar ela não tem nada!
Beijos, querida poeta.
Jorge

Jorge Cortás Sader Filho em 08/02/2010

Conversa à lareira

Belíssimo Eugênio.
Um beijo/rosa

rosa em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

belas pernas, lílian.
Aroeira em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

VOCÊ É FODA!
Hélio Pequeno em 08/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Ah, Lílian Maial, poetisa e mulher, médica e mestre! Por que não tuas pernas, se marcam passo, caminham, correm e, não raro, voam! Diz bem quando se sente nas alturas das letras a mirar as pernas nas ruas, na vida rotina de sempre ontens, sempre amanhãs...
Preserva as pernas, Mulher de Poesia! Este planalto central brasileiro anseia por elas e reza-lhe versos de andarilhar também, como quem não tem rumo (mas sabe de cor o caminho das estrelas).

Luiz de Aquino em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Hahaha, eu já comentei esse texto no Recanto das Letras, então aqui só vou resumir. O texto é genial, e uma ótima pérola para este site, que já contava com umuitas belezas.
Daniel C. Rodrigues em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

é preciso saborea-lo mais de uma vez, gostei da imagens, dos enjambements, gostei menos da pontuaçao que me escraviza na leitura de um poema que se quer livre, e que por tanto poderia ter as vezes, em alguns versos outra disposiçao dos mesmos. Estou pensado em analisa-lo junto na minhas alunas de master aqui na Freança. pour quoi pa? E ate muda-lo de lingua no meu seminario trilingue. parabens Lilian . Sua leitora Roselis
Sera que voce podia envioa-me este OD em anexo ao meu mail para facilitar ? Agradeço de antemao

rOSELIS BATISTAR em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Ler os poemas da Lílian é, sempre, mergulhar num exercício de beleza pensamentos, rimas e versos. Parabenizo o site Ver o Poema pela publicação do POEMA PARA AS PERNAS, ao tempo em que agradeço a oportunidade da sua leitura.
Lêda Yara em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Poema de pernas para o ar que pára o movimento para curtirmos o momento da leitura. Muito bom.
Fraterno abraço.
Fabio Daflon

Fabio Daflon em 07/02/2010

POEMA PARA AS PERNAS

Dra Lilian Maial , grande escritora , sensível poeta!
Parabéns pela lucidez inspirada nesses versos brancos e purificados pela sua lavra inconfundível !
Abraços fraternos
Vera Mussi

vERA em 07/02/2010

Me dá um abraço?!

lindo!
Rosa Pena em 07/02/2010

Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso

Lindoooo! O cordelista só deveria ter cuidado, pois caiu na mesma situação do nosso inteligentíssimo poeta Caetano Veloso. Não esqueça, querido amigo, de que Caetano foi, é, e sempre será um dos maiores poetas do mundo. Tem um pasado de luta contra todos os preconceitos. A reprovação é válida, a ofensa não.
Ubirajara Sá em 30/01/2010

Depois das queimas

Este poema me fez um bem danado. Sim. O amor - planta em solo frágil - rebrotando sempre, como a vida da vegetação, mesmo depois das queimadas.
Amália em 30/01/2010

Lamento junto a Deus pelo Haiti

Saudações! Realmente, esta dor não se explica, até mesmo porque não sabemos o dia de nossa morte, apenas temos que estar preparados. É difícil de entender alguns caminhos de Deus, aqueles que estão vivos vão ter que entender de alguma forma esses caminhos, eu não sei como isso vai acontecer, uma das explicações estão no texto acima.
Marcelo Torcato em 28/01/2010

HAITI, ANGRA, ILHA GRANDE E MEU CORAÇÃO

Lílian,
tua crônica fala por todos os seres que possuem em seu íntimo a empatia e o sentimento de solidadedade.
Beijo suas valiosas inspirações, de ontem, de hoje, de sempre.
Luiz Celso de Matos

Luiz Celso de Matos em 28/01/2010

DESERTOS

Gostei muito do primeiro verso deste poema.
Realmente impressiona.

Adalberto Santos em 28/01/2010

Caetano Veloso: um sujeito alfabetizado, deselegante e preconceituoso

É lamentável a inocência e o entusiamo do Cidadão Antonio Barreto.
Copnhece da História do Mundo, do Brasil... Se faz História com o tempo. e o próprio Tempo há de mostrar que a visão sobre esse (des)governo do então Presidente/Ditador Lula da Silva vai entrar para uma Página Negra da nossa história brasileira.
Errar é humano! Permanecer no erro é burrice!!!

Maria em 28/01/2010

Lembrança do Rio

Especialmente lindo este escrever da Raquel.
Célio Pedreira em 23/01/2010
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RODOVIA ARTHUR BERNARDES - PASSAGEM SÃO PEDRO Nº 06 - TELÉGRAFO - BELÉM - PA CEP. 66.113.455
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