|
|
 |
 |
 |
 |
 |
Ruy Barata: aglutinador dispersivo?
Dedico a dona Norma.Também a Alfredo Oliveira
Figuras das mais controvertidas da contemporânea cena política e cultural do Pará, Ruy Guilherme Paranatinga Barata nasceu em Santarém em 1920, e faleceu, no interior de São Paulo, em 1990. Novent’anos. O poeta tatuou com larvas de sua palavra-sabre a vida cultural do Pará, de tal modo a ser metonimicamente confundido com seu chão, e um de seus poemas consagra melancolicamente o prenúncio da partida: “Tudo o que eu amei estava aqui...”, ou, mais emblemático talvez, sua voz vaticina: “Eu sou de um país que se chama Pará...” Ruy Barata, determinado e questionador, se fez registro icônico. Minha convivência com Ruy foi relativamente pequena, cerca de quatro anos, mas intensa o suficiente para eu conhecer um pouco de sua irrequieta personalidade, um poeta que fez quase heterônimo na sua mundividência artística. Não vou fazer aqui um depoimento, que poderia, de certo modo, ser algo rico, de minha proximidade com Ruy Barata; tampouco pautarei meu texto como o de um especialista da obra do escritor santareno, pois não o sou. Falo como um professor de Literatura da Amazônia, que ousa pensar sobre os caminhos e descaminhos desta terra, a partir, sobretudo, da literatura aqui produzida. * * * Indagado, certa vez, pelo pesquisador e memorialista dos melhores, Alfredo Oliveira, acerca de formas fixas na literatura, Ruy Barata [RB] vaticina: “... Já nasci com os versos soltos e livres” (In Jacob 1995: 59). A afirmação dá conta de parte da “filosofia poética” de Ruy. E eu a escolhi para o pórtico deste ensaio que trata de “Ruy Barata e o Modernismo”. A afirmação “versos soltos e livres” remetes-nos de imediato às conquistas dos movimentos modernistas; movimentos modernistas que, insisto em grafar no plural, afinal muitos modernismos existiram, mas todos convergiram para uma radical libertação do grilhão relativo às formas fixas tradicionais, para a superação da estética academicista, que, no Brasil, foi consubstanciada, sobretudo, pelos poetas parnasianos. Assim como aqui trato de Modernismos, peço a devida autorização da gramática para falar em Ruys Baratas, um singular-plural, pois nosso poeta desdobrou-se em muitos: o político, o compositor, o poeta compromissado com o Pará, com a Amazônia, com o Brasil, com a América Latina, sempre à espera da alvorada que haveria de chegar. E como afirmou certa vez o jornalista Euclides Chembra Bandeira: “Ruy era poeta em tempo integral, com direito à gratificação por dedicação exclusiva” (Bandeira, In Jacob: 1995: 59). E graças a uma obra vasta – a que nos interessa é a de pesquisador da literatura, letrista e poeta – é que se faz preciso fazer aqui um recorte didático.
Como se sabe, a figura de Ruy, por muitos anos, constituiu um ícone de Belém, uma vez que ele reuniu em torno de si uma conjunção de jovens poetas, músicos e compositores, em espaço múltiplos que compreenderam desde os corredores da Universidade Federal do Pará, até o Bar do Parque, o Maracaibo e a Adega do Rei, bar que existia ali na Governador José Malcher, entre Rui Barbosa e Benjamin Constant. Até sua morte, no abril de São Jorge de 1990, Ruy Barata fez-se um aglutinador dispersivo, dada a sua forte personalidade de polemista. Lembro de um fato ocorrido no início de uma noite na Adega do Rei quando um poeta iniciante, desavisado, incomodava-o para que o autor de Nativo de Câncer lesse seus textos. Ruy folheou, folheou o calhamaço e ficou olhando para o vento, e foi assim que o jovem aspirante a vate, impaciente, perguntou: “E aí, Ruy, que tal minha obra?!” E o poeta, agora sem vacilar: “É, sem dúvida, uma obra, irmãozinho, uma obra!...” E todos os circundantes rimos a socapa.
Mas é preciso chegar ao que interessa: dizer o que há de modernista em Ruy Barata. Nosso poeta é de uma geração que tinha o francês como língua de cultura e se aglutinava em torno da literatura no “Café Central”, grupo que ficou conhecido mais tarde como a geração do Café Central e que reunia parte significativa da fina flor da inteligência paraense: Chico Mendes, Raimundo Moura, Nunes Pereira, Jocelyn Brasil, Waldemar Henrique, Max Martins, Paulo Plínio Abreu, Benedito Nunes, Mário Faustino, Machado Coelho e, esporadicamente, Clarice Lispector, quando esta passou por Belém. Sabe-se, através de depoimento de alguns integrantes deste grupo, que eles tiveram contato um tanto tardio com as ideias do Modernismo de São Paulo. Isso, entretanto, não quer dizer que alguns já não praticassem as experimentações modernas, no sentido de Baudelaire, Mallarmé, Rimbaud, poetas que constituem referência para a literatura moderna do Ocidente.
Ruy Barata, como é sabido, inaugura-se na literatura com a publicação de Anjo dos Abismos (AnAb), publicado pela José Olympio Editora, com o apadrinhamento de ninguém menos que Dalcídio Jurandir. E já neste momento, 1943, a coletânea de poemas recebe uma resenha do mestre Antonio Candido, que, entusiasmado, saudara, na mesma página do Estado de S. Paulo, um outro poeta fundamental, João Cabral de Melo Neto. Segundo Célia Jacob, na revista Asas da Palavra, de 1995, AnAb “reúne 24 poemas trabalhados entre 1939 e 1942, e coloca [Ruy Barata] no primeiríssimo plano dos grandes deflagradores da moderna poesia brasileira” (Jacob: 1995: 12). Josse Fares, por sua vez, afirma, a respeito da mesma obra, que “a atitude antropofágica de “devoração” assumida pela primeira geração modernista havia passado (...) abrem-se variados caminhos por onde percorrem a prosa e a poesia. Dentre estes [está] o neo-simbolismo, [no qual] trilha a concepção estética de Anjo dos Abismos, obra que dá realce a um dos temas mais universais da literatura: a morte, que vem metaforizada na “grande viagem”, “na noite”, “no mar”, este metáfora-chave desse rito de passagem do livro de estréia de Ruy Barata” (Fares: inédito2).
Talvez se faça necessário, preocupação professoral, uma distinção entre as expressões modernista e moderna. “Moderno” é palavra-vagão que encerra uma infinidade de significações, mas aqui quero destacar o sentido de “contato do ser humano com as máquinas”, uma espécie de atualização da representação artística ao campo social e econômico que trouxe ao início do século XX brasileiro as cenas do homem desfilando entre as invasoras máquinas. Se assim compreendermos, Ruy Barata, telúrico poeta da Amazônia, não será considerado moderno. E modernista, poderíamos considerá-lo? Bem, qualificá-lo como modernista são outros quinhentos. É possível ver, como se percebeu em referências anteriores, um Ruy afinado com os propósitos dos Modernistas de 22, se levarmos em conta alguns propósitos programáticos deste movimento, a saber:
a. A Inserção da voz do povo no discurso da literatura: proposta preconizada pelos primeiros modernistas, atravessa a poética de Ruy Barata, uma vez que nela se observa o projeto utópico do povo tomar consciência de seu destino e afinar-se à revolução socialista que era gestada pelas forças progressistas da esquerda de então. Isso pode ser confirmado no poema “Primeiro de maio”, escrito na cela da Companhia de Guarda da Polícia Militar do Pará, que o poeta publicou pela primeira vez nos cadernos Violão de Rua, 1964, editado pela Civilização Brasileira, em convênio com a União Nacional dos Estudantes. O Violão de Rua, como se sabe, é um marco da literatura engajada no melhor sentido defendido por Jean Paul-Sarte, pois que se não me falha a memória, o engajamento discursivo desta linhagem de texto em verso lembra o conceito sartreano de palavra-signo da prosa, que, segundo o filósofo francês, “tem sempre um sentido utilitário” (Castagnino:1969: 151), diferentemente da poesia que se faz, ainda segundo Sartre, discurso pela palavra-coisa. Passemos então à leitura do poema de Barata:
Surja esse verso de maio, trazido pelos arcanjos, um verso que faça maio, o maio dos desenganos, e fel transforme em doçura, rendilhando de ternura, os meus fracassos humanos. Um verso que me decifre, nas horas de ansiedade, que não sendo antologia, seja a minha humanidade, levando por onde for, os meus suspiros de amor e gritos de liberdade. Um verso assim como esse: "Proletários de todo o mundo, ( uni-vos )" .
Há que se notar aqui a proposição universalista do eu-lírico amalgamar-se à revolução do proletariado, fundada na liberdade e no amor fraterno. Esta tendência dialoga com vários contemporâneos de Ruy Barata, que tem como maior exemplo, Pablo Neruda, provavelmente o mais emblemático escritor latino-americano de formação socialista.
b. A (re)descoberta da diversidade cultural do Brasil. Uma das propostas do “primeiro” Modernismo literário, como se sabe, era a “redescoberta dos Brasis contidos no Brasil”. A partir desta proposição, a Amazônia, enquanto síntese de um Brasil primevo, é tematizada com destaque (sobretudo na fase inicial do movimento ver Macunaíma, Cobra Norato e alguns textos de Manuel Bandeira, por exemplo). Ruy Barata herda, na melhor linha de Raul Bopp e Mário de Andrade, esse projeto temático e aprofunda-o, retratando em seus poemas uma Amazônia fulcral, mostrada de “dentro para fora”, como se pode ver, por exemplo, no poema “Pauapixuna”, que virou letra na composição em conjunto com seu filho-parceiro Paulo André Barata:
Uma cantiga de amor se mexendo, uma tapuia no porto a cantar, um pedacinho de lua nascendo uma cachaça de papo pru ar. Um não sei que de saudade doendo, uma saudade sem tempo ou lugar, uma saudade querendo, querendo, querendo ir e querendo ficar. refrão: Uma leira, uma esteira, uma beira de rio, um cavalo no pasto, uma égua no cio, um princípio, de noite, um caminho vazio, uma leira, uma esteira, uma beira de rio. E no silêncio uma folha caída, uma batida de remo a passar, um candeeiro de manga comprida, um cheiro bom de peixada no ar. Uma pimenta no prato espremida, outra lambada depois do jantar, uma viola de corda curtida, nesta sofrida sofrência de amar. refrão E o vento espalhado na capoeira, a lua na cuia do bamburral, a vaca mugindo lá na porteira, e o macho fungando lá no curral. O tempo tem tempo de tempo ser, o tempo tem tempo de tempo dar, ao tempo da noite que vai correr, o tempo do dia que vai chegar.
Há no poema acima a descrição de cenários fixados num “ethos” amazônico, a Amazônia interiorana (donde se percebe o modo contemplativo de o caboclo de ver-o-mundo), realizado à moda da “cor local” que aperfeiçoa e aprofunda, durante o Modernismo, o regionalismo difundido no século XIX romântico. A conjunção rio X floresta ora explicita-se ora sugere-se na cena descrita. Observe-se no plano enunciativo que o poeta não abre mão da rima como recurso sonoro. Há que se perceber também o uso de aliteração – a ênfase nos fonemas /p/ e /pr/ em “uma pimenta no prato espremida” – que se transforma também em poderoso artifício sinestésico, o qual provoca e atrai para dentro da cena o leitor sensível, mesmo o mais urbano, que não está aclimatado com a dicção da mundividência amazônica. O tempo, naquele poema narrativo-descritivo, cumpre uma dinâmica circular, e a tão propalada monotonia amazônica é enfrentada, na terceira estrofe, por uma enunciação que se dá através do uso de elipses: “uma leira/ uma esteira/ uma beira de rio...”. Não podemos desconhecer o fato de que há ali, como nos demais casos em que poetas travestem-se de letristas, uma estética específica para as letras do cancioneiro popular, a qual se difere dos artifícios de criação do poema strictu senso.
c. Ruy, o cicerone de Elisabeth Bishop: segundo a professora Silvia Bahia, em dissertação de mestrado em gestação na PUC-Rio, Ruy foi fundamental na viagem que a poeta norte-americana, Elisabeth Bishop fez à Amazônia, mais especificamente Belém do Pará, nos fins da década de 50 do século XX. Ele apresentou a poeta ao grupo de intelectuais do Café Central, hoje melancolicamente transformado em loja de departamentos nesta capital. Ela, assim, é entronizada nas seletas discussões dos intelectuais, já aqui anteriormente citados. E provavelmente foi decisivo para o roteiro que a escritora estatudinense faz ao interior do estado, sobretudo à cidade de Vigia de Nazaré, para conhecer os pormenores da arquitetura barroca e da cultura cabocla do Salgado. Bishop, segundo a professora de literatura norte-americana da Unama, em algumas cartas faz referências elogiosas ao autor de Nativo de Câncer, indicando-o como referência a outros intelectuais conterrâneos seus que visitassem nossa cidade.
d. O professor–pesquisador remexe baús e descobre alfarrábios: em dissertação defendida em 2007, no Instituto de Letras da UFPa, a professora Vasti Araújo, da Universidade Estadual do Pará, relata as pesquisas que o então titular da cadeira de Literatura Brasileira da UFPa fazia em São Paulo a respeito da viagem de Mário de Andrade à Amazônia. Ruy Barata, como se sabe, defendia a tese de que o Modernismo começa entre nós, de fato, em 1927, com a viagem de Mário de Andrade e não com a publicação de Bailado Lunar, de Bruno de Menezes, em 1924, posição da qual eu pessoalmente discordo, como demonstrei em artigo publicado pela Universidade de Brasília, durante as comemorações dos 500 anos do Brasil.
Assim, leitor, encerro meu ensaio sobre esta figura instigante da cena paraense, que ainda espera pesquisas complementares às que nos antecederam. Dada a multifacetada configuração do autor de Nativo de Câncer, tive de fazer uma seleção temática em relação àquilo a que abordar, seleção esta que, espero sinceramente, tenha contribuído, de algum modo, para (re)velar potenciais leitores de um múltiplo poeta, múltiplo e atual.
Paulo Nunes é doutor em Letras pela PUC-Minas; professor da Universidade da Amazônia, Belém-PA.  voltar | ver comentários (2) | envie para um amigo
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
Comentários recentes
Solidão cósmica*
Cara poeta Regina
Realmente, nada mudou por aqui.
Em sua carta desabafando a saudade do amigo Renato Russo,e de como "as coisas continuam coisando por aqui", é triste e ao mesmo tempo hilário, o Brasil decadente em que vivemos.
Pão e circo, mas o que seria de nós sem o poeta?
Rub Weiss em 05/09/2010
Aquele olhar
Olhares impossíveis. Uma despedida querendo ficar. Lindo, como tudo o que o autor escreve. Amei!
Kelly Santoro em 04/09/2010
De Profundis
De profundis é o que você , nobre poeta escreve.
Você fala de alma para alma. E a canção é simplesmente um deleite para os ouvidos e suas palavras para o coração.
Num site tão maravilhoso, uma única crítica:
conheço sua obra tão intensa e promissora.
E encontro poucas poesias suas.
benjamin bonhoeffer em 04/09/2010
HÜZÜN (Melancolia)
Minha poetiza preferida
Regina e as palavras...
Meu universo se encanta com a poesia em relevo,
explícita nos versos que escreve, delineiam, sublimam o pensar e resgatam nossos sentidos, e quando digo nossos, estou falando de nós,
pobres mortais diante da poesia.
Quão pálida e desvalida seria nossa vida se não houvesse o poeta, se não houvesse você!
Regina, o mundo ainda é melhor porque você não é virtual, você escreve e existe.
benjamin bonhoeffer em 04/09/2010
Aquele olhar
Mais uma vez releio Alberto Cohen. Mais uma vez me enterneço com sua forma de escrever e palavras dentro de um texto que não é uma simples crônica. Seria diminuí-la, intitulando-a simplesmente assim. É uma poesia pura, doída e maravilhosa, que fotografa um último instante entre dois seres que se amavam e, neste relato, nos fala, por meio de um olhar, algo que nos intriga, mas que é lindo e ficará para sempre na mente do apaixonado.
Parabéns.
Anizia da Graça em 03/09/2010
Aquele olhar
Uma das mais belas crônicas, que nos toca profundamente a sensibilidade, retratando a despedida entre dois amantes, magoados, dizendo coisas caladas por tanto tempo por meio de olhares e gestos contrastantes. O que, realmente, queria dizer aquele olhar? A dúvida ficou, tanto para o amante, quanto para seus leitores, encantados com o que leram.
tania melo em 03/09/2010
Aquele olhar
É o tipo de texto em que a gente desenha os personagens na mente, com roupas, cor de cabelos, olhos e todos os detalhes. Gostoso de ser ler, como o começo de um interessante livro romântico. Muito bom!
Cláudia L. Moraes - ASES - Associação de Escritores de Bragança Paulista - SP.
Cláudia L. Moraes em 03/09/2010
Aquele olhar
Imperdivel este texto do poeta.
Prosa poetica, a narrar o encontro que nunca foi.
Ha na vida de cada um de nos o encontro que nunca se deu, o olhar que nunca entendemos, a esfinge de um trocar de sorrisos, o enigma que nunca foi decifrado.
Dos textos de Alberto Cohen, este e um dos que mais me diz.
Maria Armanda Ferreira - Londres em 03/09/2010
HÜZÜN (Melancolia)
Sua alma fala para minha alma e tambem para todo meu povo.
Essa melancolia tão bem descrita, pode ser entendida pelos dois mil anos de dispersão do solo dos meus antepassados.
O povo das lendarias terras de Ofir tem a melancolia, a alegria e a tenacidade na vida.
Pois do levante ao poente, embora dancemos Hava Naguila, a melancolia é tão densa que se torna palpável. Obrigada poeta por tamanha sensibilidade, que me trouxe uma doce e nostalgica
hüzün.
Isaac Goldstein em 02/09/2010
De Profundis
Shalom Regina
Essa poesia é tão bela, que minha amiga copiou e mandou para mim.
Nem preciso dizer-lhe que a pedi em casamento, rs
Ambos, eu e ela, não sabemos escrever poesia, mas sabemos interpretar e sentir o quanto o belo toca a alma e o coração.
E voce, coincidentemente é nossa poeta predileta.
Mazal tov
Isaac Goldstein em 02/09/2010
Pétalas
lindo noto 100000 dez bilhao eu so uma crianca de dez anos eu achei esse poena interesante e a musica e muito cobinando parabens.
MARIA ELIENE em 25/08/2010
Casas velhas
A NOSSA CASA VELHA, NOSSA MATERNIDADE E A VELHA SAPUTILHEIRA MORREU COMO QUE DEBRUÇADA AO CHÃO CHORANDO DE SAUDADES DA GENTE, MAIS OLHA JÁ! DIRIAMOS NAQUELES TEMPOS.
EDIR CARVALHO BEZERRA em 20/08/2010
Pétalas
Tenho me perguntado onde andam os versos no meio de tão conturbada modernidade. A resposta eu encontro nos teus poemas, amado amigo. Belíssimas pétalas, belíssimos versos.
Rita Venâncio em 19/08/2010
Soneto dos tempos modernos
Maravilhoso... e em pensar que encontrei este site desapercebidamente. Raramente é possível ler algo deste nível, estou deslumbrada com seu poema. Parabéns!
Samantha de Sousa em 09/08/2010
Teatro da vida
Minha querida Efigênia simpre, quando eu conseguir algo de seu que eu li e dejascon boas recordações.
Da Argentina um beijo gramnde
Hector R Pomodoro
Hector Reinaldo Pomodoro em 05/08/2010
MEU TEMPO MENINO
Edmir, o ver-o-poema é cada vez mais um olho esperto e preciso na descobertas de palavras e imagens carregados de sentido e poesia.
este video, tao bem filmado, tao bem contado, tao atento a detalhes sensiveis e vivos, em especial, deu vontade de comentar. parabéns a você, ao Emanoel Loureiro e à equipe do filme.
Regina
Reginha M. A. Machado em 04/08/2010
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
|