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Fragmentos de um Livro leve com águas e anoitecimentos


Fragmentos de poemas do Livro "Águas e anoitecimentos"
  Edmir Carvalho Bezerra

O homem amarelo


Um poema que corre siderado rumo ao arco-íris
  A. Zarfeg

Sortes Villamor


Uma resenha ímpar do livro de Nilma Gonçalves Lacerda por
  Gutemberg Armando Diniz Guerra

A moça que passa


  Alberto Cohen

Uma homenagem a Benedito Nunes


Pequeno vídeo em homenagem ao nosso Benedito Nunes
  Edmir Carvalho Bezerra

& depois com um lápis


& depois com um lápis é só abrir as vísceras & depois com um lápis
  Rudinei Borges

Aqua


A plana estria repousante são teus cílios tuas pálpebras... TUAS PALBEBRAS GUARNECIDAS
  Edmir Carvalho Bezerra

Às vezes eu choro três vezes...


às vezes eu choro tr~es vezes quando vejo meus filhos mortos...
  Célio Pedreira

Lalá, o boêmio da Liberdade


Anos 80 e 90 do século passado, bairro da Liberdade, confluência das ruas São Joaquim, Glória e Conselheiro Furtado...
  Francisco Pascoal Pinto

Parto de ano


Assim parimos um ano com cheiro de nova luz...
  Célio Pedreira

O que faço com esta carta, meu amor?


Você sabe que nosso último encontro foi maior dos desesperos, a desarmonia de minha vida, o desconcerto de meu mundo. Andei com você ao meu lado e fomos o fogo e o frio.
  Edmir Carvalho Bezerra

à janela com os olhos de Mario Quintana


O instante em que fiquei á janela vi gravuras inomináveis a frágil monotonia...
  Edmir Carvalho Bezerra

Experiência


Novo Ver-O-Poema em fase de experiência. Novo Ver-O-Poema em fase de experiência.
  Edmir Carvalho Bezerra

Solidão


Estrelas frias caem sobre Belém...
  Edmir Carvalho Bezerra

Online: 1

O que dói em mim agora
Volto meu pensamento ao homem apaixonado pela liberdade e seus sonhos dentro de um livro. Não. Nós não somos felizes. É poeta, a felicidade é um sentir muito único em cada ser deste mundo, e como é difícil essa tal FELICIDADE! PARABPENS! Eu fiz meu cadastro, porém não recebi minha senha. Pois desejava rever minhas páginas de Poesia que tinham editadas neste importante Portal. Efigênia Coutinho
Efigenia Coutinho em 05/08/2012
A moça que passa
Belo poema de uma moça cheia de sedução! Mas que "olhos" capazes de trasportar toda a volúpia de um momento fugaz! Recordando a poesia de Cesário Verde... Texto muito Lindo!
graça rodrigues em 05/07/2012
O que dói em mim agora
Meu querido amigo e excelso poeta Edmir Acabei de ler, agora, neste domingo deslumbrante, aqui, em minha doce Araruama, teus escritos. Que beleza! Emocionei-me com a tua avó e tua mãe.Com a tua Água e pelo teu estilo, pelas metáforas tão sutilmente colocadas. Obrigada, amigo, por proporcionar-me tanta riqueza de expressão, vinda de teu nobre coração de Poeta. Um beijo terno de sua amiga eterna. Parabéns pelo teu Blog. Eda
Eda Carneiro da Rocha em 05/06/2012
Longa é a espera da palavra em sua caverna
Harley [o possibilitador de palavras] é desses poetas que a alta poeticidade têm avantajado orgulho. Boa, poetaço!
Benny Franklin em 23/05/2012
O que faço com esta carta, meu amor?
Simplesmente SENSACIONAL
daniel em 23/05/2012
A moça que passa
Sei dessa moça, há muito, que nem mais sei contar, porem não consigo esquecer de suas duas covinhas, que enfeitavam o coreto da praça matriz daquele querido lugar. Era da gurizada adolescente a festa na visão de suas ancas no menear, desfilando tal como numa passarela deixando suas pegadas sobre algodão e na fantasia dos ébrios o desejo de outro gole entornar. Hoje como antes, ela é pintura na imaginação do poeta tal como fotografia colorida e que com tempo em preto e branco vai se transfomar, para dar lugar a outras gerações que o úteros ou provetas vão fecundar.
Lúcio Reis em 19/05/2012
Fragmentos de um Livro leve com águas e anoitecimentos
Edmir, perdi teu e-mail, poderia me passar? Tenho umas contribuições para o site que gostaria de te enviar.
Carlos Alberto em 15/05/2012
Versos de poesia minha
Fraudam ainda recém-saídos ou mesmo em fraldas homens que ainda não são, e já deixaram de ser porque sem amor vão.
Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa em 26/04/2012
Versos de poesia minha
Edmir: como autor/admirador do "Ver-O-Poema", sinto-me honrado em estar aqui. Obrigadíssimo.
Benny Franklin em 26/04/2012
à janela com os olhos de Mario Quintana
"A poesia não se entrega a quem a define." Linda!
Lila Xavier em 26/04/2012
O homem amarelo
Amarelou por quê? Belo poema, ô!
Bita em 18/03/2012
Sortes Villamor
Estimado Gúti, agradeço sua leitura competente e amorosa, revelando mais do que sei daquilo que escrevo. Você, cronista, poeta, intelectual de gabinete e campo, é outro que pede deciframento. Um ramo de boas sortes, Nilma P. S. Vou fazer link para o facebook.
Nilma lacerda em 18/03/2012
A moça que passa
Olha, vou ter que contar. Estamos aqui, reunidas, numa festinha, lendo o poema em voz alta e está uma briga. Cada qual quer escrever primeiro e dar a sua opinião. A minhá é: Sensacional! Deixo o resto para as outras, pois tem mais umas dez na fila.
Margareth Garcia em 12/03/2012
A moça que passa
Acho que falar mais do que já falaram aqui, vai virar redundância, mas não posso deixar de elogiar ao máximo: Lindo!
Magali Santini em 12/03/2012
A moça que passa
Parabéns, Alberto Cohen. Adorei seu poema. Agradeço a quem me convidou. Valeu a pena.
Carmencita Lanner em 12/03/2012
A moça que passa
Bem, dizer o quê depois de ler esta maravilha? Só posso pedir mais e mais.
Sueli Almeida em 12/03/2012
A moça que passa
Para mim, DIVINO, IMENSURÁVEL! Sem brincadeira alguma, mesmo estando sendo lido por um grupo enorme, todas se encantaram.
Eva Bertollo Silveira em 12/03/2012
A moça que passa
Parabéns,Alberto. Teu poema foi declamado aqui, por nós, em voz alta e causou a maior sensação. Obrigada por ter publicado.
Zuleica Nascimento em 12/03/2012
A moça que passa
Ainda bem que tive a oportunidade de escrever o que penso: Alberto Cohen dá um show. Tanto com a moça que passa, quanto com qualquer outro poema seu que eu já tenha tido a grata satisfação de ler. Parabéns!
Maria Madelena Marques em 12/03/2012
A moça que passa
Cada poema do Alberto Cohen se traduz, em minha mente, num filme, pois seus versos descrevem tudo de tal forma que é impossível não se transportar para seu interior e visualizar cada cena descrita. Este, faz com que a gente siga o andar da moça, seus trejeitos e acompanhe os olhares e encantamento de todos que a vêem passar. O verdadeiro POETA tem esse dom. Parabéns, POETA Alberto. Lindo!
Tania Melo em 06/03/2012
A moça que passa
Ai, Alberto, como esses teus poemas são doloridos! Urda.
urda alice klueger em 06/03/2012

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